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Sistema Agrossilvipastoril

Gado, pasto e floresta dá lucro triplo

Conforme o Estado de São Paulo, o sistema agrossilvipastoril reúne os três elementos no mesmo ambiente, aumentando a produtividade do gado e gerando renda extra.

Sombra e água fresca para o rebanho têm tido bons e comprovados resultados. Não em relação ao lucro, mas na fertilidade do solo e na produtividade dos animais. Em relação aos bovinos, já estão comprovados o aumento da libido do touro e a interferência positiva no cio das fêmeas e até mesmo no peso dos bezerros, além de ganho de carcaça em torno de 20%, se comparado às engordas em sistemas a pasto aberto ou sistemas de confinamento.

Conhecido como sistema silvipastoril, o modelo de produção inclui, numa mesma área, a produção de madeira e de carne, explica o pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Valdemir Antônio Laura. “Na sombra, o pasto não perde altas taxas de valor nutritivo, inclusive na entressafra, e o gado reduz sensivelmente o estresse, o que garante maior produtividade de carne e leite.”

A espécie vegetal fica a critério do produtor. “Iniciamos o projeto com eucalipto, que chega à idade de corte com sete anos e, no sistema silvipastoril, com um ano de plantio das mudas, já se pode colocar o rebanho na área. Podem ser plantadas de 200 a 300 árvores/hectare e a área pode receber a mesma carga de bovinos de um pasto aberto.”

O eucalipto, diz o pesquisador, recicla o ambiente e é adubado até o segundo ano de plantio. “Teoricamente, a matéria orgânica produzida é melhor do que a produzida por gramíneas. São árvores sustentáveis e se o produtor cortá-las em idade adulta automaticamente conseguirá empreender a ciclagem dos nutrientes. Esse processo é equilibrado e não retira matéria nenhuma do solo.”

Segundo pesquisadores da Embrapa São Carlos (São Paulo), resultados de sistemas integrados de pastagens e formas de medição e redução de gases de efeito estufa no setor. Segundo o grupo, é possível recuperar áreas degradadas, triplicar a quantidade de cabeças e, simultaneamente, reduzir os ciclos de engorda, aumentar o bem-estar animal e diminuir a pressão sobre as matas. A oferta de sombra e conforto térmico são benefícios dos sistemas integrados. Outros benefícios, afirmaram, são a utilização dos produtos das lavouras para alimentação do gado ou venda no mercado, a diminuição da dependência de um único produto, a melhoria de renda do produtor, a maior fixação de pessoal no campo e o sequestro de carbono.

Para pecuária leiteira o sistema agrossilvipastoril reduz o estresse climático que causa desconforto que prejudicam a produtividade e o desempenho reprodutivo dos animais (EMBRAPA S/D).

Ainda, o sistema silvipastoril, pode ser utilizado como consórcio para criação de ovinos, sendo uma importante alternativa para sustentabilidade econômica, social e ambiental da propriedade, conforme Portifório da Silva(1999), uma pastagem com duzentas árvores por hectare, manejada para produzir madeira para serraria poderia adicionar R$ 300,00/de há/ano, além de promover melhor conforto térmico para o animal que vai impedir o decréscimo de produção por estresse.

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